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dc.contributor.authorFundação Carlos Chagas - FCC
dc.date.accessioned2018-06-28T18:48:52Z
dc.date.available2018-06-28T18:48:52Z
dc.date.issued1985-10
dc.identifier.urihttp://cedoc.crpsp.org.br/1/2783
dc.description.abstractUma história Na década de 80, pesquisadoras da Fundação Carlos Chagas envolvidas com o estudo da condição feminina no Brasil preocuparam-se em sistematizar informações sobre o assunto. No início, a proposta era compor um boletim de notícias que fizesse o intercâmbio entre as diversas instituições e estudiosos do tema. Forneceriam dados de forma sistemática e abrangente sobre os problemas que envolviam a mulher brasileira.Em sua edição número zero, o grupo constituído de pesquisadoras e jornalistas deixa entrever o fio condutor que permeará o jornal quando anunciam o compromisso em tratar as matérias veiculadas "de uma maneira séria e conseqüente, mas não mal-humorada, sizuda ou dogmática..." Assim, declarada de público a intenção, levam a letra impressa à risca e transformam, claro, que entre altos e baixos, o singular boletim de março/abril de 1981 em um tablóide efervescente e precursor de tendências, até 1988.Ao relatar, de modo breve, a história do Mulherio, há que se considerar três períodos marcantes e definidores dos rumos tomados. No primeiro, de março de 1981 a setembro de 1983, foram publicados 15 números, tendo como responsável pelo projeto a pesquisadora Fúlvia Rosemberg e, como editora, a jornalista Adélia Borges. No início, a publicação do jornal recebeu subsídios da Fundação Ford para concretizar-se. Em 1984, por causa de uma discordância no teor da pauta editoral, decorre um desfecho não previsto, sua saída da Fundação Carlos Chagas.Ainda que a equipe responsável permanecesse a mesma e à frente da empreitada, e fosse mantido o apoio da Ford, iniciava-se o segundo período de vida do veículo, de 1984 a 1988. Para estruturar esta nova fase foi criado o Núcleo de Comunicação Mulherio, que publicou os 24 números seguintes, agora sob a responsabilidade editorial da jornalista Inês Castilho. Durante este período a equipe responsável teve que lidar no seu dia-a-dia com o fantasma da auto-suficiência para sua continuidade.Em 1988, nova mudança acontece e o jornal passa a se chamar Nexo, Feminismo, Informação e Cultura. Datam, de junho e julho, os dois únicos números publicados. Não conseguindo diversificar suas fontes de sustento e não contando mais com o apoio da Fundação Ford, a equipe rende-se ao infortúnio e conclui sua existência.Lá se vão 20 anos que o jornal encerrou suas atividades e ainda assim, ao percorrer suas páginas, recolhe-se o exemplo de um trabalho precursor e do empenho coletivo das diversas equipes envolvidas, nesta forma inusitada de comunicação alternativa.A coleção de Mulherio e Nexo, mantida no acervo da Biblioteca Ana Maria Poppovic, da Fundação Carlos Chagas, agora encontra-se disponível para consulta virtual. Aventure-se, e boa leitura! Texto da Fundação Carlos Chagas ( disponível juntos com as edições do jornal em : http://www.fcc.org.br/conteudosespeciais/mulherio/historia.html)pt_BR
dc.subjectTelenovelapt_BR
dc.subjectEducação e Submissãopt_BR
dc.subjectNisia Florestapt_BR
dc.subjectMulher e Atuação Políticapt_BR
dc.subjectHomossexualidadept_BR
dc.subjectCentro de Cultura Popularpt_BR
dc.subjectErotismo e Cristianismopt_BR
dc.titleNEM QUERRA NEM XIXI PAZ NAS ESTRELASpt_BR
dc.typeJornalpt_BR
cedoc.customizado.OrganizaçãoJornalista Responsável : Adélia Borges MTbnº 10.680
cedoc.customizado.Especificação23 p.
cedoc.customizado.Número23
cedoc.customizado.ÁreaCOMUNICAÇÃO SOCIALpt_BR
cedoc.customizado.ProcessodeTrabalhoProcessos de Comunicaçãopt_BR
cedoc.customizado.LocalSão Paulo - SP


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